INTOLERÂNCIA DO DESTINO

 

Na noite fria e solitária,

De uma vida triste e incompreensível;

Pela saudade que me tem diária,

Daquele amor insubstituível,

Faz com que a vida já não seja de alegria,

Os ventos soam de maneira melancólica,

E bate um remorso que derruba todo dia,

Um coração que não mais bate como devia,

Por uma perda que tira a paciência,

Faz ficar escuro o que sempre brilha,

Faz perder o que temos de inocência,

Faz-nos sentir distante como a distâcia de uma ilha,

Espero o tempo que preciso for,

Pra que eu possa fugir da armadilha,

Que me faz tão longe assim do meu amor.

                                                Rodrigo Dias

 

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